sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Descaso com o pedestre em dia de chuva‏ ou posso dizer Individualismo coletivo

 Ao passar pela calçada próximo ao banco da Caixa, foi surpreendido na hora da chuva com um motorista mal educado que estacionou seu carro bem na minha frente sobre a calçada, me obrigando a ir para o meio da rua, na hora da chuva em  meio do trânsito. 
Vi o motorista saindo do carro e questionei se ele iria tirar a nossa calçada. Ele me respondeu prontamente e secamente que sim e continuou seu caminho em direção ao banco sem nem mesmo olhar para traz ou se retratar.

Esta situação me faz pensar o tanto que ainda precisamos amadurecer como cidadão.
Vivemos em sociedade e isto nos obriga a saber que temos que seguir regras, não com medo apenas de sermos multados, mas porque nossa atitude interfere diretamente na qualidade da cidade que moro. Não adianta eu fazer o que é certo somente na hora que tem um guarda ao lado que pode multar. 
Veja o caso do estacionamento do banco Primacredi, os motoristas interrompem o trânsito, parando em fila dupla,  sem a minima pressa, pois querem que sua vaga no estacionamento e somente lá seja liberada. Não conseguem andar alguns metros a mais para  estacionar o carro. 
Outro assunto é o caso do som alto dos veículos. Não é porque é meu direito me divertir que eu possa atrapalhar o sossego dos outros.  
Precisamos mudar nossas atitudes ou vamos passar o resto de nossas vidas fugindo de multas e não pensando que a minha liberdade precisa ir até o limite de onde ela está prejudicando o outro. 
Não vivemos isolados e se não aprendermos isto teremos muitos carros parados em calçadas, muitos sons altos e muitas filas duplas.
A mudança deve partir de mim também. Não esperar somente dos outros.

Pense nisto: em partes temos a cidade que merecemos, pois vivemos num "individualismo coletivo".
Individualismo coletivo.

sábado, 1 de junho de 2013

Andando de bike. Como é mais fácil chegar ao trabalho?

Foto publicada no site Reiters.com mostra o engarrafamento de carros e motos e o ciclista livre numa via somente sua.
O site mostra fotos ao redor do mundo de estações de trem, metro, onibus e ruas e avenidas ocupadas por uma avalanche de veiculos e pessoas. Como chegar ao trabalho ou voltar pra casa da melhor maneira?  Se Primavera não se cuidar, em breve terá um transito parecido com esta foto. Eu não quero estar aqui se isto acontecer.
Quem sabe nossa cidade não acorda e se organiza antes de chegarmos a este ponto?

Veja o restante das fotos no site : http://www.reuters.com/news/pictures/slideshow?articleId=USRTX1069L#a=9

Robótica livre

http://softwarelivre.org/fisl13/robotica-livre/robotica-livre

sexta-feira, 1 de março de 2013

Saúde da Mulher

Veja as dicas da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista de Fatores de risco para o coração da mulher:
 o coração da mulher Dia 8 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. O coração feminino é um dos mais afetado por alguns hábitos de vida moderna. O atual estilo de vida das mulheres exige muito de sua saúde mental e física. Hoje, as mulheres quebram o rótulo de “sexo frágil” e carregam enormes e variadas responsabilidades, como cuidar da casa, dos filhos e do casamento, tudo isso aliado à pressão da rotina profissional e da correria das grandes cidades. Mesmo com inúmeras tarefas, as mulheres reconhecem a necessidade de cuidar da saúde, o que é imprescindível para que suas vidas tão aceleradas não sejam prejudicadas por qualquer tipo de problema. Apesar disso, existe um importante órgão que não tem a devida atenção do sexo feminino: o coração. O que muitas mulheres não sabem é que seus corações têm seu funcionamento afetado por alguns aspectos estritamente femininos como, por exemplo, a menopausa. “Nesse período ocorre a perda acentuada da quantidade de estrogênio, hormônio feminino responsável pela manutenção do revestimento dos vasos sanguíneos. Com isso, os vasos ficam mais dilatados, ocasionando queda de pressão sanguínea, o que diminui o ritmo do coração”, explica o Dr. Marcelo Queiroga, presidente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI). Além da menopausa, tratamentos comuns entre as mulheres, como pílulas anticoncepcionais e reposição hormonal também influenciam negativamente o coração. “No caso da ingestão de anticoncepcionais, o risco de trombose – formação de grandes coágulos que impedem a passagem sanguínea – ocorre devido ao excesso de estrogênio presente no medicamento”, salienta Dr. Queiroga. Felizmente esse quadro vem se modificando ao longo dos anos, com a diminuição da quantidade do hormônio nas pílulas mais modernas. Segundo dados divulgados na França no ano passado, entre as pessoas que sofreram um infarto abaixo dos 60 anos, 25,5% delas foram mulheres.